Aqui encontram-se maquetas dos espaços mais relevantes, como a sala do Risco, o dique e a caldeira do bréu. Ferramentas de trabalho e aparelhos de elevação e força, construídos nas suas oficinas, testemunham o pioneirismo do que foi, durante séculos, o mais importante pólo de construção naval português.
Até ao século XX, a construção nascia do chão da sala do Risco, espaço onde se traçavam os riscos que viriam dar origem a modelos de madeira e, mais tarde, à embarcação. Como é o caso de uma nau do fim do século XVIII, terminada, colocada na carreira e pronta a ser lançada.
Através de vários cascos seccionados, demonstra-se a evolução tecnológica e científica do sector, caso do cruzador "Rainha D. Amélia", construído em ferro. O aviso de 2.ª classe "João de Lisboa", por seu lado, tornou-se o último navio a ser construído no Arsenal da Marinha de Lisboa.
Inaugurado pela construção do inovador navio hidrográfico "D. João de Castro", o novo arsenal do Alfeite será o pólo tecnológico do século XX.