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Sala do Oriente

A sala do Oriente reúne um conjunto muito heterogéneo de objectos, de fontes e épocas variadas. Todos eles possuem, porém, uma origem comum - o Oriente.

Pintura oriental estilo China Trade com juncos chineses

Personalidades marcantes e cidadãos anónimos apaixonaram-se pelo Extremo Oriente e trouxeram, através de objectos e hábitos, novas formas de estar. As porcelanas  e o mobiliário chinês, aqui apresentados, resultam desse encontro. O exotismo continua presente nas duas magníficas armaduras samurai , dos finais do século XVI, assim como na sinistra «espada que corta cabeças».

A expansão portuguesa no Índico fundamentava-se numa política de feitorias, ligando o comércio ao reino. Através de alianças comerciais trocavam-se, não só objectos, como conhecimento científico e filosófico. Veja-se a carta náutica que ilustra um combate naval entre portugueses e piratas chineses, e onde estão assinalados os nomes dos navios e os diferentes níveis de profundidade (batimétricas). 

A chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498, eleva, pela primeira vez, um império à escala planetária. Não se tratou, pois, de uma simples vitória do homem sobre o mar ou a descoberta de um mercado novo. Com a chegada a Calecute, inicia-se um verdadeiro diálogo civilizacional que transparece não só nas várias peças existentes nesta sala, como na nossa cultura actual.

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